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Deadlight

Game Review: Deadlight

É fácil perceber que o boom do entretenimento hoje em dia está voltado para zumbis, e dessa forma o ser comedor de cerébros acabou se tornando queridinho do público.

Mas como se diferenciar nesse mercado usando da mesma fórmula?

É aí que se destaca Deadlight, que traz a comum história pós-apocalíptica de uma infestação de zumbis no mundo, mas ao mesmo tempo impressiona com sua forma minimalista de entreter quem o joga.

Sua desenvolvedora, a espanhola Tequila Works, faz de Deadlight um belo e sombrio side-scrolling, onde o objetivo lógico é a sobrevivência, só que simplista, viciante e com uma jogabilidade sem muitos segredos. Ao controlar Randall (um típico canadense mal humorado e com roupa de lenhador) o jogador começa então sua luta e a busca por seus familiares.

Quem já jogou Pitfall, irá se identificar com os mesmos controles, como por exemplo em sua forma de pular, agachar e rolar para escapar dos riscos decorrentes, e isso de uma forma bem básica, mas que exige um certo reflexo para se dar bem.

No quesito gráfico, as imagens em alta-resolução fazem total diferença, contando com cenários escuros e cheios de surpresas que até lembram um pouco do aclamado Limbo.

Uma dica importante ao jogar, é evitar o combate com um shadow (assim são chamadas as criaturas), já que desde os idos de Resident Evil, em um universo cheio de zumbis, munição é algo a se economizar drasticamente. Interagir com os objetos do cenário pode ser um ótimo auxílio também.

Sendo assim, Deadlight é mais um entre tantos jogos de zumbis, mas que se diferencia em seu gameplay e seu visual, que apesar da simplicidade, é um jogo muito bem produzido e em momento algum perde sua diversão.

Plataforma: X Box 360

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